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Como um avião se mantém no ar?
Para entender como um avião se mantém no céu é preciso conhecer um pouquinho de física. A resposta está na diferença de pressão. O coordenador-geral do curso de Ciências Aeronáuticas da PUC-GO, Raul Francé, explica: 'imagine um filete de ar dividido em dois a partir do primeiro contato com a asa da aeronave. Uma parte passa por baixo, outra, por cima. A parte que passa por cima, onde a asa tem uma curva, tem menos partículas de ar e demora mais para chegar ao final. Assim, a pressão será maior onde há mais partículas, ou seja, na parte inferior da asa, empurrando o avião para cima. Só isso!', brinca o ex-comandante.
Mas não é só isso, não. Francé complementa: 'quando a aeronave começa a correr e atinge cerca de 100 nós (ou 185,2 km/h), a asa começa a puxá-la para cima. E mais uma coisa: você puxa o 'nariz' da aeronave para cima e o manche para trás. O ângulo de ataque da asa fica maior, e o avião ganha mais sustentação ainda. O motor é para manter velocidade.'
Mas não é só isso, não. Francé complementa: 'quando a aeronave começa a correr e atinge cerca de 100 nós (ou 185,2 km/h), a asa começa a puxá-la para cima. E mais uma coisa: você puxa o 'nariz' da aeronave para cima e o manche para trás. O ângulo de ataque da asa fica maior, e o avião ganha mais sustentação ainda. O motor é para manter velocidade.'
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Como funcionam as caixas pretas de um Avião?
Essa é mais simples de entender: são caixas metálicas que envolvem, cada uma, dois sistemas eletrônicos diferentes. Uma grava o áudio da cabine, de vozes ao som ambiente, com capacidade para até duas horas, que vão sobrepondo-se até um evento violento, como um acidente, acontecer. Outra registra os parâmetros de voo: altitude do avião, velocidade e manobras, por exemplo.
E essas caixas, na verdade, são da cor laranja, de visibilidade muito maior no caso de estarem perdidas em uma floresta, entre destroços ou no mar. As duas costumam ficar separadas uma da outra, mas ambas, normalmente, estão na parte traseira do avião, localização que, estatisticamente, garante mais segurança, de acordo com o coordenador do curso de Ciências Aeronáuticas da PUC-RS, Hildebrando Hoffmann.
Revestidas por liga de alumínio, internamente elas têm um bloco muito robusto feito de titânio ou aço inoxidável que protege as memórias, e resistem a impactos de até 34 toneladas, temperatura de até 1.100°C por 30 minutos e submersão de até 5 km.
E essas caixas, na verdade, são da cor laranja, de visibilidade muito maior no caso de estarem perdidas em uma floresta, entre destroços ou no mar. As duas costumam ficar separadas uma da outra, mas ambas, normalmente, estão na parte traseira do avião, localização que, estatisticamente, garante mais segurança, de acordo com o coordenador do curso de Ciências Aeronáuticas da PUC-RS, Hildebrando Hoffmann.
Revestidas por liga de alumínio, internamente elas têm um bloco muito robusto feito de titânio ou aço inoxidável que protege as memórias, e resistem a impactos de até 34 toneladas, temperatura de até 1.100°C por 30 minutos e submersão de até 5 km.
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